Mesmo após a Operação Cronos, o LockBit ressurgiu mais perigoso. Analisamos o modelo RaaS, as táticas de dupla extorsão e o que as empresas brasileiras precisam saber agora.
Em fevereiro de 2024, a Operação Cronos — ação coordenada entre FBI, Europol e NCA — derrubou a infraestrutura do LockBit. Três meses depois, o grupo estava de volta com nova infraestrutura e versão 4.0 do encriptador. A lição: take-downs derrubam infraestrutura, não conhecimento.
O LockBit opera como franquia criminosa: o grupo central fornece o encriptador, C2 e suporte; afiliados executam os ataques e ficam com 20-30% do resgate. O número de atacantes é praticamente ilimitado — qualquer criminoso com capacidade de acesso inicial pode se tornar afiliado.
Além de encriptar os dados, o grupo exfiltra uma cópia antes:
Em 2025, afiliados adicionaram uma terceira extorsão: contato direto com clientes e reguladores da vítima, aumentando pressão legal e reputacional.
Segundo país mais atacado na América Latina. Valor médio de resgate pago: R$ 500 mil a R$ 3 milhões. Fator agravante: maioria das empresas opera sem backups offline testados.
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