Da IA generativa para deepfakes de voz ao pretexting sofisticado, a engenharia social evoluiu. Conheça as técnicas mais usadas em 2025 e como treinar sua equipe.
Enquanto empresas investem em firewalls e SIEM, atacantes aprenderam que o caminho mais eficiente passa pela central de atendimento, pelo help desk e pelo WhatsApp do gerente financeiro.
Em 2025, engenharia social foi turbinada por IA generativa e pela quantidade de informação pessoal disponível publicamente. Resultado: ataques mais convincentes, escaláveis e difíceis de detectar.
Ferramentas de clonagem de voz precisam de apenas 3 segundos de áudio para replicar qualquer pessoa. Em 2024, empresa britânica transferiu 220.000 euros para um suposto CEO — áudio sintético por IA. Em 2025, essa tecnologia custa menos de $50/mês.
Atacantes usam LinkedIn, Instagram e Glassdoor para criar contextos cirúrgicos: "Sou da equipe de RH. Sobre sua solicitação de home office enviada na sexta..." — e a vítima não suspeita porque o atacante conhece detalhes reais.
Filtros de e-mail evoluíram — então o payload migrou para QR codes que contornam completamente os filtros de URL corporativos.
LLMs geram e-mails de BEC adaptando tom e estilo ao histórico da vítima. Uma conta similar ([email protected]) com conteúdo por IA é suficientemente convincente.
Onboarding, demissão ou mudança de cargo = alvo prioritário. Ainda não conhecem bem os protocolos e aceitam pedidos incomuns sem questionar.
Se a empresa-alvo tem boas defesas, comprometa um fornecedor com defesas piores e use a credibilidade dele para injetar solicitações maliciosas.
Em 2024, empresa em Hong Kong perdeu 25 milhões de dólares após transferência solicitada em videochamada com o suposto CFO — deepfake ao vivo. A tecnologia ficou acessível em 2025.
Tecnologia de segurança sem o elemento humano é como ter uma fechadura de alta tecnologia com a chave embaixo do tapete.
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